Um raio fez duas vítimas fatais nesta segunda-feira (25) no município de São João, no Agreste de Pernambuco. A noite era de chuva, trovoadas e raios, quando José Edvaldo Marcelino da Silva, de 29 anos, e Éliton do Nascimento Barbosa, de 13 anos, estavam voltando de Garanhuns pela PE-177 para o Sítio Aroeira, na Zona rural de São João.
Eles foram levados para o Hospital Dom Moura, em Garanhuns, mas já chegaram sem vida ao local. As vítimas sofreram queimaduras nos membros superiores, no couro cabeludo e no tórax. O Hospital Dom Moura divulgou o nome das vítimas.
Outras duas pessoas que estavam com as vítimas também foram atingidas por raios. Severino Rosendo Barbosa, de 41 anos, e Edielson do Nascimento Barbosa, de 18 anos, também foram para o Hospital Dom Moura, mas já receberam alta.
Fonte: Da Redação do PERNAMBUCO.COM
terça-feira, 26 de fevereiro de 2008
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008
Mulher morre atingida por raio em Guariba
Publicada em 19/02/2008 às 13:36 - EPTV
SÃO PAULO - Uma mulher morreu após ser atingida por um raio em Guariba, a 331 quilômetros da capital, no fim da tarde de segunda-feira. Oreliana Paulo Ferreira estava em uma rua próxima à Rodovia José Corona, na altura do bairro Vila Roca, quando foi atingida pela descarga elétrica durante um temporal.
Também nesta segunda-feira, um homem morreu atingido por um raio em São Carlos, a 229 quilômetros da capital. Ele e outro homem, que ficou ferido, estavam na zona rural da cidade.
SÃO PAULO - Uma mulher morreu após ser atingida por um raio em Guariba, a 331 quilômetros da capital, no fim da tarde de segunda-feira. Oreliana Paulo Ferreira estava em uma rua próxima à Rodovia José Corona, na altura do bairro Vila Roca, quando foi atingida pela descarga elétrica durante um temporal.
Também nesta segunda-feira, um homem morreu atingido por um raio em São Carlos, a 229 quilômetros da capital. Ele e outro homem, que ficou ferido, estavam na zona rural da cidade.
Raio mata sete bois e um cavalo em sítio
Fonte: jcnet - Lígia Ligabue - 22.02.08
Em apenas uma fração de segundos oito animais do sítio Santa Isabel, localizado às margens da rodovia Bauru-Iacanga, foram mortos. Uma descarga elétrica matou sete cabeças de gado e um cavalo da propriedade. O agricultor Humberto Zuim, seu prejuízo foi de R$ 10 mil. De acordo com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), o número de descargas elétricas registradas no Estado de São Paulo aumentou 33% na comparação entre janeiro deste ano e do ano passado.
Durante a madrugada de ontem, choveu na região. De acordo com o Instituto de Pesquisas Meteorológicas (IPMet) da Universidade Estadual Paulista (Unesp), a chuva acumulada foi de apenas 1,8 milímetro em Bauru. Porém, o temporal foi acompanhado de muitas descargas elétricas. Um destes raios acabou vitimando os animais do sítio.
Pela manhã, o caseiro da propriedade encontrou os corpos dos animais no meio do pasto. “É a primeira vez, em 32 anos que tenho propriedade rural, que isso acontece comigo”, lamenta Zuim. Ele não sabia ao certo onde o raio tinha caído, mas como os animais foram encontrados embaixo de uma árvore, ele acredita que o raio tenha atingido a planta. Apesar das perdas, ele ressalta que o prejuízo poderia ter sido bem maior. “Era um lote com 26 cabeças. Poderia ter morrido bem mais”, avalia.
De acordo com um levantamento do ano passado realizado pelo Grupo de Eletricidade Atmosférica do Inpe, Arealva, onde está o sítio, não é um município onde a incidência de raios seja comum. A localidade ocupa a 617.ª posição no Estado. Já Bauru é a 397.ª colocada no ranking dos municípios com maior incidência de raios. O levantamento constatou que São Caetano do Sul é a cidade do Estado e também de todo o País com maior incidência de descargas elétricas. Entre 2006 e 2007 foram 280 raios, uma incidência de 12,153 descargas por quilômetro quadrado.
Em apenas uma fração de segundos oito animais do sítio Santa Isabel, localizado às margens da rodovia Bauru-Iacanga, foram mortos. Uma descarga elétrica matou sete cabeças de gado e um cavalo da propriedade. O agricultor Humberto Zuim, seu prejuízo foi de R$ 10 mil. De acordo com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), o número de descargas elétricas registradas no Estado de São Paulo aumentou 33% na comparação entre janeiro deste ano e do ano passado.
Durante a madrugada de ontem, choveu na região. De acordo com o Instituto de Pesquisas Meteorológicas (IPMet) da Universidade Estadual Paulista (Unesp), a chuva acumulada foi de apenas 1,8 milímetro em Bauru. Porém, o temporal foi acompanhado de muitas descargas elétricas. Um destes raios acabou vitimando os animais do sítio.
Pela manhã, o caseiro da propriedade encontrou os corpos dos animais no meio do pasto. “É a primeira vez, em 32 anos que tenho propriedade rural, que isso acontece comigo”, lamenta Zuim. Ele não sabia ao certo onde o raio tinha caído, mas como os animais foram encontrados embaixo de uma árvore, ele acredita que o raio tenha atingido a planta. Apesar das perdas, ele ressalta que o prejuízo poderia ter sido bem maior. “Era um lote com 26 cabeças. Poderia ter morrido bem mais”, avalia.
De acordo com um levantamento do ano passado realizado pelo Grupo de Eletricidade Atmosférica do Inpe, Arealva, onde está o sítio, não é um município onde a incidência de raios seja comum. A localidade ocupa a 617.ª posição no Estado. Já Bauru é a 397.ª colocada no ranking dos municípios com maior incidência de raios. O levantamento constatou que São Caetano do Sul é a cidade do Estado e também de todo o País com maior incidência de descargas elétricas. Entre 2006 e 2007 foram 280 raios, uma incidência de 12,153 descargas por quilômetro quadrado.
terça-feira, 19 de fevereiro de 2008
Homem morre atingido por raio em São Carlos
Jovem de 24 anos e outro homem trabalhavam em uma plantação.Trabalhador rural chegou a ser socorrido, mas morreu em hospital.
Um jovem de 24 anos morreu nesta segunda-feira (18) ao ser atingido por um raio na zona rural de São Carlos, a 231 km de São Paulo. Ele e outro homem trabalhavam em uma plantação de chuchu quando foram atingidos pela descarga elétrica. Joelilton Silva de Oliveira chegou a ser levado para a Santa Casa da cidade, mas não resistiu aos ferimentos e morreu. O outro trabalhador rural, de 36 anos, está internado, mas não corre risco de morte.
Raios freqüentes
Neste verão, os raios têm surgido com mais freqüência no céu da região Sudeste. A medição é feita pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Em um país tropical como o Brasil, eles são comuns. No entanto, o número de raios na região Sudeste em janeiro deste ano aumentou 35% em relação ao ano passado.
Fonte: Do G1, em São Paulo, com informações da EPTV
Um jovem de 24 anos morreu nesta segunda-feira (18) ao ser atingido por um raio na zona rural de São Carlos, a 231 km de São Paulo. Ele e outro homem trabalhavam em uma plantação de chuchu quando foram atingidos pela descarga elétrica. Joelilton Silva de Oliveira chegou a ser levado para a Santa Casa da cidade, mas não resistiu aos ferimentos e morreu. O outro trabalhador rural, de 36 anos, está internado, mas não corre risco de morte.
Raios freqüentes
Neste verão, os raios têm surgido com mais freqüência no céu da região Sudeste. A medição é feita pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Em um país tropical como o Brasil, eles são comuns. No entanto, o número de raios na região Sudeste em janeiro deste ano aumentou 35% em relação ao ano passado.
Fonte: Do G1, em São Paulo, com informações da EPTV
Raios já mataram 16 pessoas este ano
Sábado, 16 de Fevereiro 2008 - 17h26
Fonte: Sidnei Quartier - A Cidade

DIVULGAÇÃO RAIO
Celestino Cicote Júnior apitava jogo entre amigos em Monte Aprazível, região de Rio Preto, quando foi atingido
Aumentou o número de raios e de mortos por descargas elétricas, este ano, no Brasil. Os raios já mataram dezesseis pessoas e a incidência de faíscas aumentou 35% em relação ao ano passado. Ou seja, 25 mil raios a mais só no Estado de São Paulo. A informação é do Grupo de Eletricidade Atmosférica (ELAT) do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), em São José dos Campos.O número de mortos, nesta temporada, é bem alto, na avaliação de Kleber Nacaratto, pesquisador do Inpe.Para se ter uma idéia, no ano passado, em todo o país, foram registrados 46 mortes. Este ano o número de vítima já ultrapassou um terço. A temporada de raios, na região sudeste, vai até o fim de abril. Em junho, julho e agosto há ocorrências durante o Inverno (chuvas) nordestino e, em boa parte do ano, na região amazônica.No ano passado, o maior número de mortos foi registrado em são Paulo, seguido do Mato Grosso do Sul e do Paraná.Kléber Naccarato enumerou os fenômenos que estão provocando a maior incidência de raios. Entre eles está o La Niña.“Em 2001, ano em que tivemos muitos raios, ficou constatada a influência do La Niña no aumento de descargas. O fenômeno reduz a temperatura nas águas do oceano Pacífico Equatorial e influencia a temperatura no Brasil,com o resfriamento das águas e modificando a circulação dos ventos”, disse Naccarato.Outro fator é a temperatura média alta registrada nas últimas Primaveras. Nas grandes cidades, como São Paulo, o cimento das construções e a poluição colaboram para a elevação da temperatura e a formação de temporais. O raio é provocado pelo choque de gelos formados em nuvens entre seis e sete quilômetros de altitude. O ELAT informou que do total de raios produzidos, 80% ficam nas nuvens e 20% chegam à terra. E chegam provocando enormes estragos. Cada raio carrega força entre 20 mil e 30 mil ampéres, voltagem suficiente para acender 20 mil ou 30 mil lâmpadas de 100 watts. Os raios que caem, chamados de descendentes, são maioria.Os raios que nascem do chão - ascendentes - não passam de um por cento. Nascem em morros em antenas de telecomunicações ou nas estruturas dos grandes prédios. Esse tipo de raio não causa maiores danos.As vítimas dos raios: Denise, José, Amir, Antonio, CelestinoA 16ª e última vítima de raio foi o pedreiro Claudinei Justino, segunda-feira, em Campinas. Na região, os raios mataram Denise Martins de Souza, 19 anos, na zona rural de Cristais Paulista. Ela saiu com a prima, de onze anos, num passeio a cavalo. Era sábado, começo de janeiro. O tempo fechou e Denise achou melhor a sobrinha seguir para casa, montada em Rainha. Ele iria a pé. A trezentos metros de casa, Denise foi morta. Em Santo Antônio do Norte (MG), na semana passada, José Eustáquio de Oliveira, 40, estava tomando água encostado na geladeira. Um raio o atingiu e, mesmo socorrido, morreu de parada cardíaca. Sábado passado, o piloto agrícola Amir Esperancim estava abastecendo seu avião, numa lavoura em Valparaiso (SP), quando foi atingido por um raio. Esperancim e o ajudante Antônio Aguinaldo da Silva, que estavam sob as asas, morreram.Em Monte Aprazível, região de São José do Rio Preto, os raios vitimaram Celestino Cicote Júnior, que apitava uma “pelada” entre amigos. No interior do Mato Grosso, Gabriele Vanessa Chaboski, 19, morreu enquanto falava num telefone público.
Fonte: Sidnei Quartier - A Cidade
DIVULGAÇÃO RAIO
Celestino Cicote Júnior apitava jogo entre amigos em Monte Aprazível, região de Rio Preto, quando foi atingido
Aumentou o número de raios e de mortos por descargas elétricas, este ano, no Brasil. Os raios já mataram dezesseis pessoas e a incidência de faíscas aumentou 35% em relação ao ano passado. Ou seja, 25 mil raios a mais só no Estado de São Paulo. A informação é do Grupo de Eletricidade Atmosférica (ELAT) do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), em São José dos Campos.O número de mortos, nesta temporada, é bem alto, na avaliação de Kleber Nacaratto, pesquisador do Inpe.Para se ter uma idéia, no ano passado, em todo o país, foram registrados 46 mortes. Este ano o número de vítima já ultrapassou um terço. A temporada de raios, na região sudeste, vai até o fim de abril. Em junho, julho e agosto há ocorrências durante o Inverno (chuvas) nordestino e, em boa parte do ano, na região amazônica.No ano passado, o maior número de mortos foi registrado em são Paulo, seguido do Mato Grosso do Sul e do Paraná.Kléber Naccarato enumerou os fenômenos que estão provocando a maior incidência de raios. Entre eles está o La Niña.“Em 2001, ano em que tivemos muitos raios, ficou constatada a influência do La Niña no aumento de descargas. O fenômeno reduz a temperatura nas águas do oceano Pacífico Equatorial e influencia a temperatura no Brasil,com o resfriamento das águas e modificando a circulação dos ventos”, disse Naccarato.Outro fator é a temperatura média alta registrada nas últimas Primaveras. Nas grandes cidades, como São Paulo, o cimento das construções e a poluição colaboram para a elevação da temperatura e a formação de temporais. O raio é provocado pelo choque de gelos formados em nuvens entre seis e sete quilômetros de altitude. O ELAT informou que do total de raios produzidos, 80% ficam nas nuvens e 20% chegam à terra. E chegam provocando enormes estragos. Cada raio carrega força entre 20 mil e 30 mil ampéres, voltagem suficiente para acender 20 mil ou 30 mil lâmpadas de 100 watts. Os raios que caem, chamados de descendentes, são maioria.Os raios que nascem do chão - ascendentes - não passam de um por cento. Nascem em morros em antenas de telecomunicações ou nas estruturas dos grandes prédios. Esse tipo de raio não causa maiores danos.As vítimas dos raios: Denise, José, Amir, Antonio, CelestinoA 16ª e última vítima de raio foi o pedreiro Claudinei Justino, segunda-feira, em Campinas. Na região, os raios mataram Denise Martins de Souza, 19 anos, na zona rural de Cristais Paulista. Ela saiu com a prima, de onze anos, num passeio a cavalo. Era sábado, começo de janeiro. O tempo fechou e Denise achou melhor a sobrinha seguir para casa, montada em Rainha. Ele iria a pé. A trezentos metros de casa, Denise foi morta. Em Santo Antônio do Norte (MG), na semana passada, José Eustáquio de Oliveira, 40, estava tomando água encostado na geladeira. Um raio o atingiu e, mesmo socorrido, morreu de parada cardíaca. Sábado passado, o piloto agrícola Amir Esperancim estava abastecendo seu avião, numa lavoura em Valparaiso (SP), quando foi atingido por um raio. Esperancim e o ajudante Antônio Aguinaldo da Silva, que estavam sob as asas, morreram.Em Monte Aprazível, região de São José do Rio Preto, os raios vitimaram Celestino Cicote Júnior, que apitava uma “pelada” entre amigos. No interior do Mato Grosso, Gabriele Vanessa Chaboski, 19, morreu enquanto falava num telefone público.
sábado, 16 de fevereiro de 2008
Raio mata criança de oito anos no litoral
Criança brincava na água durante a descarga elétrica
Fonte: Redação Bem Paraná
Durante uma chuva ocorrida na tarde desta sexta-feira no litoral do estado, um raio atingiu uma criança de oito anos que brincava no mar com seu irmão, na praia de Guaratuba.Segundo relatos de familiares, logo após o estrondo, um estremecimento foi sentido por uma das crianças que estavam na água. Quando ela olhou para trás em busca do irmão, viu que ele estava desacordado debruçado em sua pranchinha.
Os guarda-vidas de um posto próximo, que auxiliaram na retirada do garoto da água, acionaram o apoio de uma ambulância e iniciaram procedimentos de reanimação, porém, devido à gravidade da situação, Vinícius Jesus Cardoso não resistiu e morreu antes mesmo da chegada ao Pronto Socorro de Guaratuba.
Vinícius estava também acompanhado por seus pais, que são de Campo Mourão.
Os raios podem atingir as pessoas direta ou indiretamente, porém a chance de ser atingido por um raio é algo em torno de um para um milhão. A maioria das mortes e ferimentos não acontecem devido a incidência direta de um raio. Na verdade, são efeitos indiretos associados à proximidade do raio ou por efeitos secundários.
A corrente do raio pode causar sérias queimaduras e outros danos ao coração, pulmões, sistema nervoso central e outras partes do corpo, através do aquecimento e uma variedade de reações eletroquímicas.
A extensão do dano depende da intensidade da corrente, das partes do corpo afetadas, das condições físicas da vítima e das condições específicas do incidente.Cerca de 20 a 30% das vítimas de raios morrem, a maioria delas por parada cardíaca e respiratória, e cerca de 70% dos sobreviventes sofrem devido às sérias seqüelas psicológicas e orgânicas, por um longo tempo. As seqüelas mais comuns são diminuição ou perda de memória, diminuição da capacidade de concentração e distúrbio do sono.
No Brasil, estima-se que aproximadamente 100 pessoas morrem por ano atingidas pelos raios.
Recomendações
1- Se estiver na rua o que se deve fazer para não ser atingindo por um raio:
Evite lugares que ofereçam pouca ou nenhuma proteção contra raios tais como: pequenas construções não protegidas como celeiros, tendas ou barracos ou veículos sem capota como tratores, motocicletas ou bicicletas;
Evite estacionar próximo a árvores ou linhas de energia elétrica;
Evite estruturas altas tais como torres, de linhas telefônicas e de energia elétrica;
Alguns lugares são extremamente perigosos durante uma tempestade. Por isso:
NÃO permaneça em áreas abertas como campos de futebol, quadras de tênis e estacionamentos;
NÃO fique no alto de morros ou no topo de prédios;
NÃO se aproxime de cercas de arame, varais metálicos, linhas aéreas e trilhos;
NUNCA se abrigue debaixo de árvores isoladas.
2- Se estiver dentro de casa Não use telefone (o sem fio pode ser usado);
Não fique próximo a tomadas, canos, janelas e portas metálicas;
Não toque em equipamentos elétricos que estejam ligados à rede elétrica.
Fonte: Redação Bem Paraná
Durante uma chuva ocorrida na tarde desta sexta-feira no litoral do estado, um raio atingiu uma criança de oito anos que brincava no mar com seu irmão, na praia de Guaratuba.Segundo relatos de familiares, logo após o estrondo, um estremecimento foi sentido por uma das crianças que estavam na água. Quando ela olhou para trás em busca do irmão, viu que ele estava desacordado debruçado em sua pranchinha.
Os guarda-vidas de um posto próximo, que auxiliaram na retirada do garoto da água, acionaram o apoio de uma ambulância e iniciaram procedimentos de reanimação, porém, devido à gravidade da situação, Vinícius Jesus Cardoso não resistiu e morreu antes mesmo da chegada ao Pronto Socorro de Guaratuba.
Vinícius estava também acompanhado por seus pais, que são de Campo Mourão.
Os raios podem atingir as pessoas direta ou indiretamente, porém a chance de ser atingido por um raio é algo em torno de um para um milhão. A maioria das mortes e ferimentos não acontecem devido a incidência direta de um raio. Na verdade, são efeitos indiretos associados à proximidade do raio ou por efeitos secundários.
A corrente do raio pode causar sérias queimaduras e outros danos ao coração, pulmões, sistema nervoso central e outras partes do corpo, através do aquecimento e uma variedade de reações eletroquímicas.
A extensão do dano depende da intensidade da corrente, das partes do corpo afetadas, das condições físicas da vítima e das condições específicas do incidente.Cerca de 20 a 30% das vítimas de raios morrem, a maioria delas por parada cardíaca e respiratória, e cerca de 70% dos sobreviventes sofrem devido às sérias seqüelas psicológicas e orgânicas, por um longo tempo. As seqüelas mais comuns são diminuição ou perda de memória, diminuição da capacidade de concentração e distúrbio do sono.
No Brasil, estima-se que aproximadamente 100 pessoas morrem por ano atingidas pelos raios.
Recomendações
1- Se estiver na rua o que se deve fazer para não ser atingindo por um raio:
Evite lugares que ofereçam pouca ou nenhuma proteção contra raios tais como: pequenas construções não protegidas como celeiros, tendas ou barracos ou veículos sem capota como tratores, motocicletas ou bicicletas;
Evite estacionar próximo a árvores ou linhas de energia elétrica;
Evite estruturas altas tais como torres, de linhas telefônicas e de energia elétrica;
Alguns lugares são extremamente perigosos durante uma tempestade. Por isso:
NÃO permaneça em áreas abertas como campos de futebol, quadras de tênis e estacionamentos;
NÃO fique no alto de morros ou no topo de prédios;
NÃO se aproxime de cercas de arame, varais metálicos, linhas aéreas e trilhos;
NUNCA se abrigue debaixo de árvores isoladas.
2- Se estiver dentro de casa Não use telefone (o sem fio pode ser usado);
Não fique próximo a tomadas, canos, janelas e portas metálicas;
Não toque em equipamentos elétricos que estejam ligados à rede elétrica.
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008
Raio mata pedreiro no trabalho
Um homem morreu em Campinas depois de ser atingido por um raio, no final da tarde de segunda-feira. Um grupo de 9 funcionários de uma empreiteira de obras de Limeira estava realizando obras de terraplanagem e pavimentação em um loteamento na Rodovia Heitor Penteado, em Sousas, quando começou chover forte. Os operários procuraram abrigo embaixo de um toldo quando foram atingidos por um raio. Claudinei Justino, de 42 anos, morreu na hora e Geraldo Cardoso de Sá, de 35 anos, ficou internado até às 11h de ontem no Hospital Municipal Dr. Mário Gatti. "
Não deu dois minutos que estávamos debaixo do toldo quando vimos o clarão e o estrondo e todos gritaram e caímos no chão", conta o sobrevivente Sá, que era vizinho do pedreiro que morreu.
Sá conta que estava encostado em Justino no momento da descarga elétrica. "Tive queimaduras nas costas na parte que estava encostado no Claudinei. Na hora deu um gosto de queimado na boca e uma força que puxava o corpo para o chão. Caiu todo mundo. Tentei levantar e cai de novo. Poderia ter morrido todo mundo. Como pode ter pegado um só?".
Na primeira quinzena de janeiro de 2008, a incidência de raios na região Sudeste do Brasil aumentou 51% em comparação com o mesmo período de 2007. O número de descargas atmosféricas na região subiu de 105,8 mil para 159,9 mil.
Fonte: Cosmo OnLine - Ag. Anhanguera
Não deu dois minutos que estávamos debaixo do toldo quando vimos o clarão e o estrondo e todos gritaram e caímos no chão", conta o sobrevivente Sá, que era vizinho do pedreiro que morreu.
Sá conta que estava encostado em Justino no momento da descarga elétrica. "Tive queimaduras nas costas na parte que estava encostado no Claudinei. Na hora deu um gosto de queimado na boca e uma força que puxava o corpo para o chão. Caiu todo mundo. Tentei levantar e cai de novo. Poderia ter morrido todo mundo. Como pode ter pegado um só?".
Na primeira quinzena de janeiro de 2008, a incidência de raios na região Sudeste do Brasil aumentou 51% em comparação com o mesmo período de 2007. O número de descargas atmosféricas na região subiu de 105,8 mil para 159,9 mil.
Fonte: Cosmo OnLine - Ag. Anhanguera
terça-feira, 22 de janeiro de 2008
Medo de raios? Pesquisador derruba mitos sobre dias com temporal
Fonte - Redação Gazeta Rádios e Internet - LETÍCIA CARDOSO - lcardoso@redegazeta.com.br
A frente fria que chegou ao Estado nesta segunda-feira (21), acompanhada de raios, trovões e muita chuva, assustou moradores da Grande Vitória. Para muitos, esses fenômenos naturais são sinônimos de medo, já que podem causar acidentes, principalmente por descargas elétricas. Por isso, a prevenção é fundamental, segundo o pesquisador do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e chefe do grupo de Eletricidade Atmosférica, Osmar Pinto Júnior. De acordo com o pesquisador, ao contrário do que muitos pensam, um raio cai no mesmo lugar até seis vezes. “É um mito dizer que um raio não cai mais de uma vez no mesmo lugar. As pessoas precisam se precaver em dias de chuva. Em uma região que atrai raios, as descargas elétricas podem cair até seis vezes num mesmo lugar”, afirmou o pesquisador. Osmar Pinto Junior esclarece alguns mitos sobre dias com temporal:
Espelhos atraem raios?
Osmar: Não. É mito dizer que espelhos atraem raios. O que acontece é que em alguns há molduras de metal. O metal, sim, é um atraente, mas o espelho não.
Manusear tesouras ou objetos pontudos?
Osmar: Isso deve ser evitado. Tesouras, facas ou qualquer objeto pontudo e cortante geralmente são metais e objetos metálicos atraem raios.
Falar ao telefone fixo é perigoso?
Osmar: As pessoas nunca devem falar ao telefone em dias de temporal, com raios e trovões, principalmente em aparelhos fixo com fio, pois o fio transporta descarga elétrica. É sempre recomendável utilizar, dentro de casa, o telefone sem fio.
E Falar ao celular?
Osmar: Dentro de casa não há problemas. Agora se estiver na rua, a pessoa deve evitar.
Há problemas em deixar aparelhos eletrônicos ligados?
Osmar: Todos devem ser desligados, inclusive diretamente na tomada. Com isso, evita-se que ele queime e até mesmo provoque um incêndio.
Deve-se evitar tomar banho?
Osmar: Evitar o banho não é um mito. Ele realmente deve ser evitado, assim como qualquer contato com água.
A praia também é perigosa quando ocorre raios?
Osmar: Nunca se deve entrar na água em dias de tempestade. Algumas pessoas gostam de tomar banho no mar em dias de chuva. A água do mar atrai ainda mais descargas elétricas por ela ser salgada e condutora de eletricidade. Até mesmo ficar perto do mar é perigoso.Locais abertos: Um outro cuidado importante a ser adotado em dias de temporal é nunca ficar em locais abertos. As pessoas, segundo o pesquisador, se estiverem na rua, devem procurar um local coberto ou ficar dentro de um carro.
A frente fria que chegou ao Estado nesta segunda-feira (21), acompanhada de raios, trovões e muita chuva, assustou moradores da Grande Vitória. Para muitos, esses fenômenos naturais são sinônimos de medo, já que podem causar acidentes, principalmente por descargas elétricas. Por isso, a prevenção é fundamental, segundo o pesquisador do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e chefe do grupo de Eletricidade Atmosférica, Osmar Pinto Júnior. De acordo com o pesquisador, ao contrário do que muitos pensam, um raio cai no mesmo lugar até seis vezes. “É um mito dizer que um raio não cai mais de uma vez no mesmo lugar. As pessoas precisam se precaver em dias de chuva. Em uma região que atrai raios, as descargas elétricas podem cair até seis vezes num mesmo lugar”, afirmou o pesquisador. Osmar Pinto Junior esclarece alguns mitos sobre dias com temporal:
Espelhos atraem raios?
Osmar: Não. É mito dizer que espelhos atraem raios. O que acontece é que em alguns há molduras de metal. O metal, sim, é um atraente, mas o espelho não.
Manusear tesouras ou objetos pontudos?
Osmar: Isso deve ser evitado. Tesouras, facas ou qualquer objeto pontudo e cortante geralmente são metais e objetos metálicos atraem raios.
Falar ao telefone fixo é perigoso?
Osmar: As pessoas nunca devem falar ao telefone em dias de temporal, com raios e trovões, principalmente em aparelhos fixo com fio, pois o fio transporta descarga elétrica. É sempre recomendável utilizar, dentro de casa, o telefone sem fio.
E Falar ao celular?
Osmar: Dentro de casa não há problemas. Agora se estiver na rua, a pessoa deve evitar.
Há problemas em deixar aparelhos eletrônicos ligados?
Osmar: Todos devem ser desligados, inclusive diretamente na tomada. Com isso, evita-se que ele queime e até mesmo provoque um incêndio.
Deve-se evitar tomar banho?
Osmar: Evitar o banho não é um mito. Ele realmente deve ser evitado, assim como qualquer contato com água.
A praia também é perigosa quando ocorre raios?
Osmar: Nunca se deve entrar na água em dias de tempestade. Algumas pessoas gostam de tomar banho no mar em dias de chuva. A água do mar atrai ainda mais descargas elétricas por ela ser salgada e condutora de eletricidade. Até mesmo ficar perto do mar é perigoso.Locais abertos: Um outro cuidado importante a ser adotado em dias de temporal é nunca ficar em locais abertos. As pessoas, segundo o pesquisador, se estiverem na rua, devem procurar um local coberto ou ficar dentro de um carro.
segunda-feira, 21 de janeiro de 2008
Raios matam 3...
Fonte: O Globo Online, Diário de S. Paulo
SÃO PAULO - Em Bertioga, a 108 quilômetros da capital, um turista de São Paulo morreu atingido por um raio quando estava encostado em um coqueiro na praia de Boracéia. Duas pessoas que estavam com ele se feriram e foram medicadas em um hospital, mas já tiveram alta. Em Sorocaba, a 97 quilômetros da capital, um homem está desaparecido. Segundo testemunhas, ele caiu em um córrego.
Raio mata avó e neta
Foram enterradas no cemitério Recanto de Paz, a dona-de-casa Maria Gomes da Silva, 59 e sua neta, Roberta Maria Liberado Almeida. As duas morreram na tarde do último sábado, após serem atingidas por um raio no conjunto habitacional Elias Stéfan, na periferia de Araçatuba. Apesar do tempo fechado, não chovia no momento do acidente. O raio atingiu a menina, que teve parte da blusa e da barriga queimadas. A avó, que provavelmente estava de mãos dadas com a neta, também teve a roupa queimada, por conta da descarga elétrica.
De acordo com testemunhas, as duas estavam passando o sábado na casa de Ana Lúcia da Silva, filha da dona-de-casa e tia da menina. Elas caminhavam por uma área verde do conjunto habitacional, quando o raio caiu. Luiz Carlos Moraes, morador que chegou ao local poucos segundos depois da queda do raio, contou que as duas não apresentavam mais sinais de vida. De acordo com a Polícia Técnica, que fez a perícia, o local do acidente não possui pára-raio. O equipamento mais próximo fica numa escola localizada a cinco quarteirões. Moradores questionaram a ausência do equipamento, já que no bairro existe um Centro Comunitário.
domingo, 13 de janeiro de 2008
São Caetano do Sul é campeã brasileira em número de raios
Fonte: Guilherme Russo, Diário de S. Paulo
SÃO PAULO - Fortes tempestades com raios e trovões são mais do que comuns nesta época do ano. Segundo dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), São Caetano do Sul, no ABC, aparece como campeã desses tipos de ocorrência no país. Para contornar o problema, a administração municipal exige que todos os comércios da cidade tenham pára-raios instalados. Caso contrário, não conseguem alvará para funcionar.
Pesquisador titular e coordenador do Grupo de Atividade Atmosférica do Inpe, Osmar Pinto Júnior, explica que "o calor é a energia fundamental para a formação dos raios" e que São Caetano representa uma "ilha de calor que intensifica as tempestades".
- Foi uma surpresa quando, há quatro anos, soubemos disso. Imediatamente criamos essa linha de prevenção, em parceria com o Corpo de Bombeiros. Somos extremamente rígidos - contou Enio Moro Júnior, arquiteto da diretoria de obras da Prefeitura de São Caetano.
Quem não se adequa à exigência da lei pode ser multado e até ter seu estabelecimento lacrado.
- A cidade tem uma blindagem - garantiu.
Os prédios públicos de São Caetano também são obrigados a terem pára-raios devido ao levantamento do Inpe. A prefeitura informou que a Defesa Civil não registrou acidentes com raios no ano passado.
- Cai bastante raio aqui. Na última chuva (semana passada) caía um atrás do outro nessas torres (pára-raios) - conta o porteiro Fernando Costa, de 25 anos, que trabalha no centro da cidade. Para outro porteiro, José Carlos Costa, de 26, "o barulho da chuva é diferente" em São Caetano.
- Tem muito trovão, bastante raio. Às vezes dá cada estampido! Moro do lado de uma torre com pára-raios - diz o alfaiate Rafaele Marano, de 75.
O Brasil é o país campeão na incidência de raios no mundo, com aproximadamente 61 milhões de registros por ano. Há um prejuízo de cerca de R$ 500 milhões por conta dos raios que deixam uma média de 100 mortos e 500 feridos a cada ano.
No ranking paulista de raios, logo atrás de São Caetano, onde foram registrados 12,15 por quilômetro quadrado em 2007, aparece a cidade de Suzano, na Grande São Paulo, que está em quarto lugar no levantamento nacional. As cidades de Mauá, Santo André, Ribeirão Pires e Guarulhos, nesta ordem, também figuram entre as campeãs.
São Paulo só está atrás do Rio Grande do Sul em queda de raios por estado. Mas, segundo o Inpe, eles matam mais em território paulista, onde 17 das 46 mortes foram registradas no país em 2007. Devido ao fenômeno climático "La Niña", que resfria as águas do Oceano Pacífico, mais tempestades elétricas são esperadas este ano no sudeste do Brasil.
SÃO PAULO - Fortes tempestades com raios e trovões são mais do que comuns nesta época do ano. Segundo dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), São Caetano do Sul, no ABC, aparece como campeã desses tipos de ocorrência no país. Para contornar o problema, a administração municipal exige que todos os comércios da cidade tenham pára-raios instalados. Caso contrário, não conseguem alvará para funcionar.
Pesquisador titular e coordenador do Grupo de Atividade Atmosférica do Inpe, Osmar Pinto Júnior, explica que "o calor é a energia fundamental para a formação dos raios" e que São Caetano representa uma "ilha de calor que intensifica as tempestades".
- Foi uma surpresa quando, há quatro anos, soubemos disso. Imediatamente criamos essa linha de prevenção, em parceria com o Corpo de Bombeiros. Somos extremamente rígidos - contou Enio Moro Júnior, arquiteto da diretoria de obras da Prefeitura de São Caetano.
Quem não se adequa à exigência da lei pode ser multado e até ter seu estabelecimento lacrado.
- A cidade tem uma blindagem - garantiu.
Os prédios públicos de São Caetano também são obrigados a terem pára-raios devido ao levantamento do Inpe. A prefeitura informou que a Defesa Civil não registrou acidentes com raios no ano passado.
- Cai bastante raio aqui. Na última chuva (semana passada) caía um atrás do outro nessas torres (pára-raios) - conta o porteiro Fernando Costa, de 25 anos, que trabalha no centro da cidade. Para outro porteiro, José Carlos Costa, de 26, "o barulho da chuva é diferente" em São Caetano.
- Tem muito trovão, bastante raio. Às vezes dá cada estampido! Moro do lado de uma torre com pára-raios - diz o alfaiate Rafaele Marano, de 75.
O Brasil é o país campeão na incidência de raios no mundo, com aproximadamente 61 milhões de registros por ano. Há um prejuízo de cerca de R$ 500 milhões por conta dos raios que deixam uma média de 100 mortos e 500 feridos a cada ano.
No ranking paulista de raios, logo atrás de São Caetano, onde foram registrados 12,15 por quilômetro quadrado em 2007, aparece a cidade de Suzano, na Grande São Paulo, que está em quarto lugar no levantamento nacional. As cidades de Mauá, Santo André, Ribeirão Pires e Guarulhos, nesta ordem, também figuram entre as campeãs.
São Paulo só está atrás do Rio Grande do Sul em queda de raios por estado. Mas, segundo o Inpe, eles matam mais em território paulista, onde 17 das 46 mortes foram registradas no país em 2007. Devido ao fenômeno climático "La Niña", que resfria as águas do Oceano Pacífico, mais tempestades elétricas são esperadas este ano no sudeste do Brasil.
sexta-feira, 11 de janeiro de 2008
Raios matam pai, filho e agricultor
Fonte: ComuniWeb - Brasil
Rio Grande do Sul e Santa Catarina – Após ser atingido, na manhã de hoje, por um raio, na Rodovia BR-471, na Cidade de Pântano Grande, um agricultor de 47 anos morreu. Na cidade catarinense de Rancho Queimado, ocorreu tragédia idêntica: um raio matou pai e filho que trabalhavam em uma plantação de tomate quando começou a chover.
Rio Grande do Sul e Santa Catarina – Após ser atingido, na manhã de hoje, por um raio, na Rodovia BR-471, na Cidade de Pântano Grande, um agricultor de 47 anos morreu. Na cidade catarinense de Rancho Queimado, ocorreu tragédia idêntica: um raio matou pai e filho que trabalhavam em uma plantação de tomate quando começou a chover.
Quedas de raios queimam aparelhos e tiram rádio do ar
Fonte: Campo Grande News - Humberto Marques
A queda de raios registrada desde a madrugada desta sexta-feira (11 de janeiro) na região de Água Clara causou prejuízos em diversas regiões da cidade, com vários equipamentos eletrônicos sendo queimados.
Segundo informações do site Água Clara MS, a freqüência dos raios danificou equipamentos utilizados na transmissão da rádio Amizade FM, que foi obrigada a suspender a programação nesta tarde. Três computadores também foram queimados por conta das descargas elétricas.Problemas similares foram registrados em outras regiões da cidade, incluindo a Câmara dos Vereadores (onde um computador também foi sobrecarregado). Linhas telefônicas também apresentaram falhas, impedindo a realização de ligações. Por volta das 12h, o sistema voltou a normalidade.
quinta-feira, 10 de janeiro de 2008
Raios deixam 9 municípios às escuras por mais de 24 horas
Fonte: A Tarde On Line - Juscelino Souza, da Sucursal Vitória da Conquista - BA
Um “apagão” que durou mais de 24 horas, atingindo 9 municípios do sudoeste do Estado, causou transtornos e prejuízos estimados em mais de R$500 mil. O colapso no abastecimento de energia elétrica foi causado por uma seqüência de raios na zona rural de Guanambi, a 798 km de Salvador.
Toda a rede de distribuição de energia elétrica foi afetada pelas fortes descargas que danificaram três torres de transmissão, deixando mais de 200 mil pessoas isoladas de serviços ou acessos, como internet, celular, rádio e televisão.
As áreas mais afetadas foram as de saúde, segurança e prestação de serviços, tais como abatedouros de bovinos, aves e suínos; produção de derivados do leite; sorveterias; bares; restaurantes; supermercados e mercadinhos e postos de combustíveis.
A grande maioria das clínicas e hospitais suspendeu alguns procedimentos, cancelou cirurgias e remarcou exames para a próxima semana. “Todos os equipamentos estão parados, estamos sem acesso ao computador e só voltaremos à normalidade quando a energia for normalizada”, informou a atendente hospitalar Rosângela Nonato.
Transtorno para o caminhoneiro Miguel Araújo, que por causa de uma queda teria que se submeter a uma tomografia computadorizada no Hospital São Lucas. O exame foi remarcado para a próxima terça-feira. “Como só tem esse serviço no São Lucas, o jeito é esperar”, conformou-se.
Por causa da complexidade do problema, a energia elétrica só deverá ser restabelecida na noite dessa quinta-feira, 10. Técnicos, engenheiros e eletricistas da empresa foram deslocados para a região crítica a fim de recuperar as linhas de transmissão.
Carros-volantes circulam pelas cidades atingidas comunicando os motivos que levaram à interrupção e a previsão de normalização dos serviços prestados pela Coelba. Apesar de ruas às escuras, não houve alteração na rotina dos municípios afetados no quesito segurança pública.
A Assessoria da Unidade de Relações com a Imprensa (URI) da Coelba reforçou que técnicos da empresa estão trabalhando desde a noite de quarta-feira, 9, “para normalização do sistema elétrico nas cidades que tiveram o fornecimento interrompido desde às 18h40 de quarta-feira”.
“Durante as chuvas registradas quarta-feira, um raio de grandes proporções caiu sobre a linha de transmissão que supre a região, danificando quatro postes de 17 metros de altura”, completou a assessora da URI, Magnólia Cavalcante.
Segundo ela, como o local onde ocorreu o problema é de difícil acesso, em área alagada pelas chuvas, a previsão de retorno do fornecimento de energia seria até o início da noite de ontem. “A Coelba lamenta a falta de energia e coloca-se à disposição para os esclarecimentos necessários”, finalizou.
Além de Guanambi a interrupção atingiu as cidades de Riacho de Santana, Matina, Igaporã, Caetité, Palmas de Monte Alto, Sebastião Laranjeiras, Pindaí e Candiba.
Um “apagão” que durou mais de 24 horas, atingindo 9 municípios do sudoeste do Estado, causou transtornos e prejuízos estimados em mais de R$500 mil. O colapso no abastecimento de energia elétrica foi causado por uma seqüência de raios na zona rural de Guanambi, a 798 km de Salvador.
Toda a rede de distribuição de energia elétrica foi afetada pelas fortes descargas que danificaram três torres de transmissão, deixando mais de 200 mil pessoas isoladas de serviços ou acessos, como internet, celular, rádio e televisão.
As áreas mais afetadas foram as de saúde, segurança e prestação de serviços, tais como abatedouros de bovinos, aves e suínos; produção de derivados do leite; sorveterias; bares; restaurantes; supermercados e mercadinhos e postos de combustíveis.
A grande maioria das clínicas e hospitais suspendeu alguns procedimentos, cancelou cirurgias e remarcou exames para a próxima semana. “Todos os equipamentos estão parados, estamos sem acesso ao computador e só voltaremos à normalidade quando a energia for normalizada”, informou a atendente hospitalar Rosângela Nonato.
Transtorno para o caminhoneiro Miguel Araújo, que por causa de uma queda teria que se submeter a uma tomografia computadorizada no Hospital São Lucas. O exame foi remarcado para a próxima terça-feira. “Como só tem esse serviço no São Lucas, o jeito é esperar”, conformou-se.
Por causa da complexidade do problema, a energia elétrica só deverá ser restabelecida na noite dessa quinta-feira, 10. Técnicos, engenheiros e eletricistas da empresa foram deslocados para a região crítica a fim de recuperar as linhas de transmissão.
Carros-volantes circulam pelas cidades atingidas comunicando os motivos que levaram à interrupção e a previsão de normalização dos serviços prestados pela Coelba. Apesar de ruas às escuras, não houve alteração na rotina dos municípios afetados no quesito segurança pública.
A Assessoria da Unidade de Relações com a Imprensa (URI) da Coelba reforçou que técnicos da empresa estão trabalhando desde a noite de quarta-feira, 9, “para normalização do sistema elétrico nas cidades que tiveram o fornecimento interrompido desde às 18h40 de quarta-feira”.
“Durante as chuvas registradas quarta-feira, um raio de grandes proporções caiu sobre a linha de transmissão que supre a região, danificando quatro postes de 17 metros de altura”, completou a assessora da URI, Magnólia Cavalcante.
Segundo ela, como o local onde ocorreu o problema é de difícil acesso, em área alagada pelas chuvas, a previsão de retorno do fornecimento de energia seria até o início da noite de ontem. “A Coelba lamenta a falta de energia e coloca-se à disposição para os esclarecimentos necessários”, finalizou.
Além de Guanambi a interrupção atingiu as cidades de Riacho de Santana, Matina, Igaporã, Caetité, Palmas de Monte Alto, Sebastião Laranjeiras, Pindaí e Candiba.
quinta-feira, 3 de janeiro de 2008
Burocracia no reparo de danos causados por raios
Prazo da concessionária para avaliação é de dez dias
EPTV Central - Publicidade - 03/01/2008 - 14:54
Com o aumento das chuvas, cresce também a incidência de raios. Uma das preocupações é com os danos provocados nos aparelhos eletroeletrônicos, por causa das descargas elétricas. Quem teve esse problema reclama da burocracia para conseguir indenização da concessionária responsável.
Em um prédio de São Carlos, oito moradores tiveram aparelhos queimados por uma descarga elétrica. Por enquanto, eles arcaram com os custos do portão eletrônico, que também parou de funcionar após um raio. Segundo os órgãos reguladores, os problemas provocados pela rede elétrica são responsáveis da concessionária de atuação. Mas há uma grande dificuldade de saber quem é o responsável pela queima de um aparelho e, por isso, muitos pedidos de indenizações acabam na Justiça. O consumidor tem direito à indenização quando os problemas acontecem na rede externa.
O gerente da CPFL Luiz Carlos Valle explica que ao ocorrer o problema, a pessoa deve ligar para a companhia para registrar a ocorrência, no 0800 0101010, ou procurar as agências de atendimento. O prazo da companhia de energia para fazer uma avaliação é de dez dias.
Enquanto isso, o morador não pode mexer nos aparelhos. Cada caso é avaliado em particular, explica Valle. Muitos danos elétricos podem ser evitados. A forma mais simples e barata é desconectar equipamentos da tomada. Mas nem sempre o consumidor está em casa durante a queda de energia.
Por isso, equipamentos de proteção e de correção da corrente elétrica, como estabilizadores, filtros de linha e nobreaks, são importantes. Mas, de acordo com o engenheiro elétrico Roberto Perissini, não existe proteção 100% eficaz. Um dos equipamentos usados é o supressor de surto, que custa entre R$ 70 e 90. Perissini explica que deve ser instalado um na entrada de energia da casa, outro na rede de telefonia e fazer o aterramento da antena.
EPTV Central - Publicidade - 03/01/2008 - 14:54
Com o aumento das chuvas, cresce também a incidência de raios. Uma das preocupações é com os danos provocados nos aparelhos eletroeletrônicos, por causa das descargas elétricas. Quem teve esse problema reclama da burocracia para conseguir indenização da concessionária responsável.
Em um prédio de São Carlos, oito moradores tiveram aparelhos queimados por uma descarga elétrica. Por enquanto, eles arcaram com os custos do portão eletrônico, que também parou de funcionar após um raio. Segundo os órgãos reguladores, os problemas provocados pela rede elétrica são responsáveis da concessionária de atuação. Mas há uma grande dificuldade de saber quem é o responsável pela queima de um aparelho e, por isso, muitos pedidos de indenizações acabam na Justiça. O consumidor tem direito à indenização quando os problemas acontecem na rede externa.
O gerente da CPFL Luiz Carlos Valle explica que ao ocorrer o problema, a pessoa deve ligar para a companhia para registrar a ocorrência, no 0800 0101010, ou procurar as agências de atendimento. O prazo da companhia de energia para fazer uma avaliação é de dez dias.
Enquanto isso, o morador não pode mexer nos aparelhos. Cada caso é avaliado em particular, explica Valle. Muitos danos elétricos podem ser evitados. A forma mais simples e barata é desconectar equipamentos da tomada. Mas nem sempre o consumidor está em casa durante a queda de energia.
Por isso, equipamentos de proteção e de correção da corrente elétrica, como estabilizadores, filtros de linha e nobreaks, são importantes. Mas, de acordo com o engenheiro elétrico Roberto Perissini, não existe proteção 100% eficaz. Um dos equipamentos usados é o supressor de surto, que custa entre R$ 70 e 90. Perissini explica que deve ser instalado um na entrada de energia da casa, outro na rede de telefonia e fazer o aterramento da antena.
sexta-feira, 21 de dezembro de 2007
Treinamento sobre Aterramento e Proteção contra Descargas Atmosféricas em Brasília
Em 18 e 19/dez realizamos um agradável trabalho junto ao pessoal da CAESB, em parceiria com a Barreto Eng.ª.
Agradecemos aos novos amigos pela acolhida e esperamos que tenham aproveitado as informações compartilhadas.
Cordiais Saudações, Jobson.
sábado, 15 de dezembro de 2007
Raios matam duas pessoas e fere uma em Goiânia
14/12/2007 (16:57) - Agencia Estado
Duas pessoas morreram após serem atingidas por um raio ontem à noite em Goiânia. Arly Lopes Ananias, de 24 anos, e Wagner Caetano Almeida Barbosa, de 18 anos, faziam exercícios em barras de ginástica numa rua do Parque Amazonas, quando ocorreu a descarga elétrica. Além deles, Daniel Rosa Rezende, de 22 anos, também foi atingido. Porém ele foi atendido a tempo e já se recuperou no Hospital de Urgências de Goiânia (HUGO).
As fortes pancadas de chuvas de ontem e a possibilidade de novos alagamentos no final de semana colocaram a Defesa Civil e a cidade de Goiânia em estado de alerta. A chuva fez estragos em bairros da periferia. Dez casas ficaram alagadas, no Jardim Guanabara, vizinho do aeroporto Santa Genoveva, após o córrego Pedreira transbordar. Não há registro de feridos ou desaparecidos.
Os ventos fortes e as chuvas também provocaram danos na estrutura de uma casa no Jardim América e em outras cinco no Jardim Atlântico. Muros foram destruídos e árvores foram derrubadas. A previsão é de final de semana nublado, com pancadas de chuva forte, às vezes acompanhadas de raios e ventanias. A Defesa Civil do Estado revelou que está em estado de alerta.
quinta-feira, 13 de dezembro de 2007
Raio mata nove bois da raça nelore
Araçatuba - Quarta-feira, 13 de dezembro de 2007 - 18h00
Raio cai em pasto e mata nove bois da raça nelore
Josi Vicentin
Castilho - Um raio matou nove bois da raça nelore na manhã de segunda-feira (25), em Castilho.
Conforme o pecuarista José Carlos Lameu, dono rebanho, os animais estavam se protegendo da forte chuva, embaixo de uma árvore, no momento da descarga elétrica. Á árvore ficou praticamente destruída e os animais foram encontrados no chão depois de quatro horas.
Raio cai em pasto e mata nove bois da raça nelore
Josi Vicentin
Castilho - Um raio matou nove bois da raça nelore na manhã de segunda-feira (25), em Castilho.
Conforme o pecuarista José Carlos Lameu, dono rebanho, os animais estavam se protegendo da forte chuva, embaixo de uma árvore, no momento da descarga elétrica. Á árvore ficou praticamente destruída e os animais foram encontrados no chão depois de quatro horas.
quarta-feira, 12 de dezembro de 2007
Raio deixa TV Aldeia fora do ar
UOL - COTIDIANO
Descarga elétrica atingiu transmissores da emissora durante tempestade na segunda-feira
Daniele Albuquerque
Desde segunda-feira à tarde a rádio e TV Aldeia, que formam o sistema público de comunicação, estão fora do ar. O motivo foi a queda de um raio na torre de transmissão da emissora que causou danos aos equipamentos. Os prejuízos não foram avaliados pela diretoria.
No momento em que o raio atingiu a torre um enorme estrondo foi produzido acompanhado de um clarão e em seguida um apagão geral no prédio da emissora.
Seis computadores, ar-condicionado e mais a mesa de som foram queimados, além dos equipamentos receptores e transmissores de sinal.
“A mesa de som chegou a enfumaçar e todos os fusíveis queimaram. Isso nos deixa um tanto assustados porque há pára-rios instalados tanto aqui como nos prédios da redondeza”, explica Jorge Henrique, diretor do Sistema Público de Comunicação.
Nessa época do ano, a umidade do solo é muito alta, o que propicia a formação de nuvens grandes e carregadas de carga elétrica, que resultam em fortes chuvas acompanhadas de raios e trovões que caem de forma imprevista em qualquer lugar. O que se sabe, porém, é que materiais metálicos e pontiagudos atraem os raios, por isso a importância de ter em casa, principalmente em edifícios, pára-rios devidamente aterrados.
“A terra possui uma grande capacidade de armazenar descargas elétricas e a melhor medida de prevenção contra os raios é a instalação de pára-raios. É importante também que a instalação elétrica de qualquer imóvel tenha aterramento. Isso evita que aparelhos eletroeletrônicos ligados sejam danificados caso o raio atinja o local”, explica Alejandro Duarte, professor do Departamento de Ciências da Natureza da Universidade Federal do Acre (Ufac).
O que é o raio - O raio é uma descarga elétrica luminosa, que se produz entre duas nuvens ou entre uma das nuvens e o solo. Essas nuvens possuem tamanho maior, constituem-se a aproximadamente 2 km de altura da terra e estendem-se por até 18 km acima. O choque entre as partículas de gelo dentro da nuvem causa uma separação de cargas elétricas negativas e positivas.
Devido à intensidade do campo elétrico formado, as cargas positivas saltam até encontrar as negativas, fechando o circuito elétrico entre a nuvem e o solo. Somente quando as correntes elétricas se encontram é que tudo se ilumina e o raio pode ser visto.
As descargas elétricas produzidas são de enormes intensidade e chegam a alcançar a diferença potencial de milhões de volts. Ainda que em menor potencial, os raios têm energia suficiente para matar, ferir, incendiar, quebrar estruturas, derrubar árvores e abrir buracos ou valas no chão.
Como se proteger
Como não se pode contar sempre com a proteção de um pára-raios algumas medidas de segurança devem ser adotadas, como não ficar em espaços abertos, praias, botes, topo de elevações e embaixo de árvore. É também perigoso estar próximo a torres e redes de alta tensão, cercas metálicas, varais de roupas, num carro com a porta ou a janela aberta, sobre um cavalo ou um trator, dentro de casa em frente a uma janela aberta.
O refúgio mais seguro é uma construção sólida protegida com pára-raios, grandes prédios sem pára-raios, automóveis com janelas fechadas, cavernas, um grupo de árvores (bosque). Dentro de casa: afaste-se de objetos metálicos, janelas, portas abertas; não fale ao telefone, não tome banho, desligue aparelhos elétricos das tomadas.
Descarga elétrica atingiu transmissores da emissora durante tempestade na segunda-feira
Daniele Albuquerque
Desde segunda-feira à tarde a rádio e TV Aldeia, que formam o sistema público de comunicação, estão fora do ar. O motivo foi a queda de um raio na torre de transmissão da emissora que causou danos aos equipamentos. Os prejuízos não foram avaliados pela diretoria.
No momento em que o raio atingiu a torre um enorme estrondo foi produzido acompanhado de um clarão e em seguida um apagão geral no prédio da emissora.
Seis computadores, ar-condicionado e mais a mesa de som foram queimados, além dos equipamentos receptores e transmissores de sinal.
“A mesa de som chegou a enfumaçar e todos os fusíveis queimaram. Isso nos deixa um tanto assustados porque há pára-rios instalados tanto aqui como nos prédios da redondeza”, explica Jorge Henrique, diretor do Sistema Público de Comunicação.
Nessa época do ano, a umidade do solo é muito alta, o que propicia a formação de nuvens grandes e carregadas de carga elétrica, que resultam em fortes chuvas acompanhadas de raios e trovões que caem de forma imprevista em qualquer lugar. O que se sabe, porém, é que materiais metálicos e pontiagudos atraem os raios, por isso a importância de ter em casa, principalmente em edifícios, pára-rios devidamente aterrados.
“A terra possui uma grande capacidade de armazenar descargas elétricas e a melhor medida de prevenção contra os raios é a instalação de pára-raios. É importante também que a instalação elétrica de qualquer imóvel tenha aterramento. Isso evita que aparelhos eletroeletrônicos ligados sejam danificados caso o raio atinja o local”, explica Alejandro Duarte, professor do Departamento de Ciências da Natureza da Universidade Federal do Acre (Ufac).
O que é o raio - O raio é uma descarga elétrica luminosa, que se produz entre duas nuvens ou entre uma das nuvens e o solo. Essas nuvens possuem tamanho maior, constituem-se a aproximadamente 2 km de altura da terra e estendem-se por até 18 km acima. O choque entre as partículas de gelo dentro da nuvem causa uma separação de cargas elétricas negativas e positivas.
Devido à intensidade do campo elétrico formado, as cargas positivas saltam até encontrar as negativas, fechando o circuito elétrico entre a nuvem e o solo. Somente quando as correntes elétricas se encontram é que tudo se ilumina e o raio pode ser visto.
As descargas elétricas produzidas são de enormes intensidade e chegam a alcançar a diferença potencial de milhões de volts. Ainda que em menor potencial, os raios têm energia suficiente para matar, ferir, incendiar, quebrar estruturas, derrubar árvores e abrir buracos ou valas no chão.
Como se proteger
Como não se pode contar sempre com a proteção de um pára-raios algumas medidas de segurança devem ser adotadas, como não ficar em espaços abertos, praias, botes, topo de elevações e embaixo de árvore. É também perigoso estar próximo a torres e redes de alta tensão, cercas metálicas, varais de roupas, num carro com a porta ou a janela aberta, sobre um cavalo ou um trator, dentro de casa em frente a uma janela aberta.
O refúgio mais seguro é uma construção sólida protegida com pára-raios, grandes prédios sem pára-raios, automóveis com janelas fechadas, cavernas, um grupo de árvores (bosque). Dentro de casa: afaste-se de objetos metálicos, janelas, portas abertas; não fale ao telefone, não tome banho, desligue aparelhos elétricos das tomadas.
quarta-feira, 5 de dezembro de 2007
Triste curiosidade: Especialista defende instalação de pára-raios
O chefe do Departamento de Vigilância Meteorológica do Instituto Nacional de Meteorologia e Geofísica (Inamet), Francisco Osvaldo Neto, defendeu a necessidade de se instalar pára-raios nos locais onde os mesmo sejam necessários, para se evitar mortes por descargas eléctricas.Em declarações prestadas à Angop, a propósito das mortes registadas nos últimos dias devido a descargas eléctricas, fundamentalmente nas províncias do interior do país, Francisco Osvaldo disse que "é urgente a reposição dos pára-raios naqueles locais onde já existiam. Também é preciso que se instalem novos, para se evitar mais mortes".
O fenómeno é provocado por trovoadas e caracteriza-se por descargas eléctricas das nuvens, associada a fenómenos acústicos e ópticos que podem ser acompanhados ou não de queda de precipitação (chuva ou aguaceiros), explicou. "A ausência de pára-raios em muitas zonas do país se deve ao facto de, no tempo de guerra, muitos deles terem sido derrubados, confundidos com aparelhos militares de comunicação ou de localização", informou.
O meteorologista do Inamet deu ainda a conhecer que as regiões da Lunda-Norte, Lunda-Sul, Planalto Central (Huambo e Bié), Kwanza Norte e Kwanza-Sul são as mais propensas ao fenómeno, devido às características próprias da zona.Entre as vítimas mortais do fenómeno registadas na última época chuvosa constam sete militares da vigésima brigada das FAA, em Sawilala (Tchipipa), localidade situada 35 quilómetros a Norte da cidade do Huambo.Na ocasião, o comandante da brigada, coronel António Paulino "Calado", havia apelado as entidades de direito no sentido de instalarem, pelo menos, 15 pára-raios na sua unidade.Em Novembro de 2007 no município do Bocoio (Benguela) duas pessoas morreram e uma outra ficou gravemente ferida em consequência de um relâmpago. Uma mulher de 37 anos de idade foi mortalmente atingida por um raio na cidade do Dondo, (Kwanza-Norte) enquanto que nos bairros do Papelão e Dunga, (periferia da cidade do Uíje), duas pessoas morreram e uma outra ficou gravemente ferida.
Fonte: Jornal de Angola - On Line
O fenómeno é provocado por trovoadas e caracteriza-se por descargas eléctricas das nuvens, associada a fenómenos acústicos e ópticos que podem ser acompanhados ou não de queda de precipitação (chuva ou aguaceiros), explicou. "A ausência de pára-raios em muitas zonas do país se deve ao facto de, no tempo de guerra, muitos deles terem sido derrubados, confundidos com aparelhos militares de comunicação ou de localização", informou.
O meteorologista do Inamet deu ainda a conhecer que as regiões da Lunda-Norte, Lunda-Sul, Planalto Central (Huambo e Bié), Kwanza Norte e Kwanza-Sul são as mais propensas ao fenómeno, devido às características próprias da zona.Entre as vítimas mortais do fenómeno registadas na última época chuvosa constam sete militares da vigésima brigada das FAA, em Sawilala (Tchipipa), localidade situada 35 quilómetros a Norte da cidade do Huambo.Na ocasião, o comandante da brigada, coronel António Paulino "Calado", havia apelado as entidades de direito no sentido de instalarem, pelo menos, 15 pára-raios na sua unidade.Em Novembro de 2007 no município do Bocoio (Benguela) duas pessoas morreram e uma outra ficou gravemente ferida em consequência de um relâmpago. Uma mulher de 37 anos de idade foi mortalmente atingida por um raio na cidade do Dondo, (Kwanza-Norte) enquanto que nos bairros do Papelão e Dunga, (periferia da cidade do Uíje), duas pessoas morreram e uma outra ficou gravemente ferida.
Fonte: Jornal de Angola - On Line
Aumento de raios
Cemig alerta população para o aumento de raios nesta época do ano

Foto: Divulgação
A Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) alerta para o aumento da incidência de raios no período chuvoso, que começou em outubro e vai até o início do ano que vem.
De acordo com o centro de climatologia MG Tempo - Cemig/PUC Minas, há previsão de intensas pancadas de chuvas associadas a descargas atmosféricas até janeiro próximo.
O Estado de Minas Gerais é considerado uma das regiões com maior incidência anual de raios, equivalente a um milhão por ano, em média. Entre os meses de janeiro e outubro deste ano, foram registradas 593.305 descargas atmosféricas no Estado. Somente em Belo Horizonte, foram apurados 749 raios. No interior, foram detectados 9.922 em Uberaba, 5.370 em Juiz de Fora, 3.919 em Uberlândia, 1.382 em Divinópolis, 936 em Governador Valadares, 417 em Montes Claros e 311 em Varginha. As descargas atmosféricas provocaram, entre 1o de janeiro e 31 de outubro deste ano, 52.191 interrupções no fornecimento de energia elétrica pela Cemig. Esse número representa mais de um quarto (27,5%) do total de desligamentos acidentais (189.741) apurados no mesmo período. Somente na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH), até o mês de outubro deste ano, a Cemig registrou 3.794 desligamentos causados por raios. No mesmo período do ano passado, foram detectadas 4.437 interrupções desse tipo. A maior incidência de desligamentos tem ocorrido no Triângulo Mineiro, onde, em apenas dez meses, as descargas atmosféricas provocaram 10.500 interrupções na região.
Para proteger o sistema elétrico, a Cemig possui equipamentos que medem o número de descargas atmosféricas e trovoadas em cada região do Estado. A empresa instala ainda pára-raios de baixa e média tensão em todos os transformadores da rede de distribuição. “A função do pára-raios é escoar as correntes dos raios para a terra, mantendo a tensão nos seus terminais em valores seguros para os equipamentos”, explica o engenheiro de tecnologia e normalização José Vicente Pereira Duarte, da Cemig.
Cuidados nos casos de tempestades Dentro de casa:
• Não tome banho ou use torneira elétrica durante as tempestades
• Evite contato com qualquer objeto que possua estrutura metálica
• Evite ligar aparelhos e motores elétricos para não queimar os equipamentos
• Afaste-se das tomadas e evite usar o telefone
• Desconecte das tomadas os aparelhos eletrônicos
• Desligue os fios de antenas dos aparelhos
• Permaneça dentro de casa até a tempestade terminar
Fora de casa:
• Evite contato com cercas de arame, grades, tubos metálicos, linhas telefônicas e de energia elétrica e qualquer objeto ou estrutura metálica
• Afaste-se de veículos como tratores, motos, bicicletas e carroças, além máquinas agrícolas
• Mantenha-se afastado de áreas descampadas, pastos, campos de futebol, piscinas, lagoas, praias e árvores isoladas, postes, mastros e locais elevados
• Permaneça dentro de seu veículo caso o mesmo tenha teto de estrutura metálica
Fonte:Jornal Estado Atual - On-Line
Foto: Divulgação
A Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) alerta para o aumento da incidência de raios no período chuvoso, que começou em outubro e vai até o início do ano que vem.
De acordo com o centro de climatologia MG Tempo - Cemig/PUC Minas, há previsão de intensas pancadas de chuvas associadas a descargas atmosféricas até janeiro próximo.
O Estado de Minas Gerais é considerado uma das regiões com maior incidência anual de raios, equivalente a um milhão por ano, em média. Entre os meses de janeiro e outubro deste ano, foram registradas 593.305 descargas atmosféricas no Estado. Somente em Belo Horizonte, foram apurados 749 raios. No interior, foram detectados 9.922 em Uberaba, 5.370 em Juiz de Fora, 3.919 em Uberlândia, 1.382 em Divinópolis, 936 em Governador Valadares, 417 em Montes Claros e 311 em Varginha. As descargas atmosféricas provocaram, entre 1o de janeiro e 31 de outubro deste ano, 52.191 interrupções no fornecimento de energia elétrica pela Cemig. Esse número representa mais de um quarto (27,5%) do total de desligamentos acidentais (189.741) apurados no mesmo período. Somente na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH), até o mês de outubro deste ano, a Cemig registrou 3.794 desligamentos causados por raios. No mesmo período do ano passado, foram detectadas 4.437 interrupções desse tipo. A maior incidência de desligamentos tem ocorrido no Triângulo Mineiro, onde, em apenas dez meses, as descargas atmosféricas provocaram 10.500 interrupções na região.
Para proteger o sistema elétrico, a Cemig possui equipamentos que medem o número de descargas atmosféricas e trovoadas em cada região do Estado. A empresa instala ainda pára-raios de baixa e média tensão em todos os transformadores da rede de distribuição. “A função do pára-raios é escoar as correntes dos raios para a terra, mantendo a tensão nos seus terminais em valores seguros para os equipamentos”, explica o engenheiro de tecnologia e normalização José Vicente Pereira Duarte, da Cemig.
Cuidados nos casos de tempestades Dentro de casa:
• Não tome banho ou use torneira elétrica durante as tempestades
• Evite contato com qualquer objeto que possua estrutura metálica
• Evite ligar aparelhos e motores elétricos para não queimar os equipamentos
• Afaste-se das tomadas e evite usar o telefone
• Desconecte das tomadas os aparelhos eletrônicos
• Desligue os fios de antenas dos aparelhos
• Permaneça dentro de casa até a tempestade terminar
Fora de casa:
• Evite contato com cercas de arame, grades, tubos metálicos, linhas telefônicas e de energia elétrica e qualquer objeto ou estrutura metálica
• Afaste-se de veículos como tratores, motos, bicicletas e carroças, além máquinas agrícolas
• Mantenha-se afastado de áreas descampadas, pastos, campos de futebol, piscinas, lagoas, praias e árvores isoladas, postes, mastros e locais elevados
• Permaneça dentro de seu veículo caso o mesmo tenha teto de estrutura metálica
Fonte:Jornal Estado Atual - On-Line
quinta-feira, 29 de novembro de 2007
Pesquisa revela que raios são um perigo em Paulínia, Campinas e Valinhos
Uma pesquisa realizada pelo Grupo de Eletricidade Atmosférica (Elat) do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), de São José dos Campos, revelou no ano passado que Paulínia, juntamente com Campinas e Valinhos, lidera as ocorrências de raios e relâmpagos entre os 19 municípios que compõe a RMC (Região Metropolitana de Campinas). Nestes três municípios, a marca é superior a cinco raios por quilômetro quadrado por ano, média essa que foi mantida neste ano.Segundo o coordenador da Defesa Civil de Valinhos, Eduardo Matias, os moradores das três cidades devem tomar os seguintes cuidados para evitar acidentes com raios: não ligar aparelhos eletrônicos, tomar banho ou permanecer em locais descampados durante as chuvas.
terça-feira, 27 de novembro de 2007
Raio atinge fatalmente dois homens
ADILSON ROSA
Diário de Cuiabá - da Reportagem
Um raio que caiu durante o temporal de anteontem à noite na Capital matou padrasto e enteado numa chácara da região da Ponte de Ferro, em Cuiabá. Morreram o chacareiro Manoel de Souza, de 53 anos, e seu enteado, Francisco Correa de Miranda, de 31, que estavam numa chácara catando pimenta. O raio teria caído por volta das 20 horas, mas somente ontem, ao meio-dia, é que moradores da Chácara São Gerônimo descobriram os cadáveres. Como se trata de morte violenta, mas não sendo homicídio, o delegado Crstian Alessandro Cabral, de plantão na Delegacia do Complexo do Planalto é quem foi liberar os corpos. “Eles estavam com pimentas nas mãos”, observou o delegado. Familiares só descobriram os corpos porque eles estavam demorando para voltar – são moradores de uma chácara próxima. Começaram a procurá-los nas proximidades e, então, localizaram. Vizinhos disseram à polícia que houve uma intensa chuva na região, inclusive com vários raios, assustando os moradores. Policiais plantonistas disseram que as vítimas estavam ao relento, o que seria uma chance menor para que fossem atingidos pela descarga elétrica. “Se estivessem próximos de um poste ou árvore que chamaria o raio”, observou um policial.
RECOMENDAÇÕES – Em dia de temporais com raios, a Defesa Civil de Cuiabá recomenda que as pessoas mantenham-se dentro de suas casas para evitar que acidentes como o que vitimou Manoel e Francisco aconteçam. Conforme o órgão, devem ser evitadas áreas descampadas, porque o ponto mais alto, no caso a pessoa, é que atrai a descarga. A permanência em baixo de árvores também deve ser evitada, porque, depois de atingida, pode cair sobre a vítima.
Diário de Cuiabá - da Reportagem
Um raio que caiu durante o temporal de anteontem à noite na Capital matou padrasto e enteado numa chácara da região da Ponte de Ferro, em Cuiabá. Morreram o chacareiro Manoel de Souza, de 53 anos, e seu enteado, Francisco Correa de Miranda, de 31, que estavam numa chácara catando pimenta. O raio teria caído por volta das 20 horas, mas somente ontem, ao meio-dia, é que moradores da Chácara São Gerônimo descobriram os cadáveres. Como se trata de morte violenta, mas não sendo homicídio, o delegado Crstian Alessandro Cabral, de plantão na Delegacia do Complexo do Planalto é quem foi liberar os corpos. “Eles estavam com pimentas nas mãos”, observou o delegado. Familiares só descobriram os corpos porque eles estavam demorando para voltar – são moradores de uma chácara próxima. Começaram a procurá-los nas proximidades e, então, localizaram. Vizinhos disseram à polícia que houve uma intensa chuva na região, inclusive com vários raios, assustando os moradores. Policiais plantonistas disseram que as vítimas estavam ao relento, o que seria uma chance menor para que fossem atingidos pela descarga elétrica. “Se estivessem próximos de um poste ou árvore que chamaria o raio”, observou um policial.
RECOMENDAÇÕES – Em dia de temporais com raios, a Defesa Civil de Cuiabá recomenda que as pessoas mantenham-se dentro de suas casas para evitar que acidentes como o que vitimou Manoel e Francisco aconteçam. Conforme o órgão, devem ser evitadas áreas descampadas, porque o ponto mais alto, no caso a pessoa, é que atrai a descarga. A permanência em baixo de árvores também deve ser evitada, porque, depois de atingida, pode cair sobre a vítima.
sábado, 24 de novembro de 2007
sexta-feira, 23 de novembro de 2007
Uberaba lidera incidência de raios em Minas Gerais
23/11/2007 - Da Redação
Uberaba lidera o ranking das cidades com maior incidência de raios em todo o
Estado, segundo relatório recém-divulgado pela Companhia Energética de
Minas Gerais (Cemig). De janeiro a outubro deste ano, foram detectados 9.922
raios no município, contra 5.370 em Juiz de Fora; 3.919 em Uberlândia; 1.382
em Divinópolis; 936 em Governador Valadares; 417 em Montes Claros, e 311
em Varginha. No mesmo período, em Belo Horizonte, foram registrados 749
raios.
Nos alertas que tem feito sobre o aumento da incidência de raios no período
chuvoso – que começou em outubro e vai até o início do ano que vem –, o
centro de climatologia MG Tempo - Cemig/PUC Minas explica que o Estado de
Minas Gerais é considerado uma das regiões com maior incidência anual de
descargas atmosféricas, equivalente a um milhão por ano, em média.
chuvoso – que começou em outubro e vai até o início do ano que vem –, o
centro de climatologia MG Tempo - Cemig/PUC Minas explica que o Estado de
Minas Gerais é considerado uma das regiões com maior incidência anual de
descargas atmosféricas, equivalente a um milhão por ano, em média.
Entre janeiro e outubro deste ano, segundo o relatório, foram registradas
593.305 descargas atmosféricas no Estado. Elas provocaram 52.191
interrupções no fornecimento de energia elétrica pela Cemig, número que
representa mais de um quarto (27,5%) do total de desligamentos acidentais
(189.741) apurados no mesmo período.
593.305 descargas atmosféricas no Estado. Elas provocaram 52.191
interrupções no fornecimento de energia elétrica pela Cemig, número que
representa mais de um quarto (27,5%) do total de desligamentos acidentais
(189.741) apurados no mesmo período.
O relatório também confirma que a maior incidência de desligamentos tem
ocorrido no Triângulo Mineiro, onde, em apenas dez meses, as descargas
atmosféricas provocaram 10.500 interrupções na região. Várias destas
interrupções se transformaram em queixas ao Jornal da Manhã.
A Cemig está divulgando uma série de ações que devem ser adotadas neste
período.
ocorrido no Triângulo Mineiro, onde, em apenas dez meses, as descargas
atmosféricas provocaram 10.500 interrupções na região. Várias destas
interrupções se transformaram em queixas ao Jornal da Manhã.
A Cemig está divulgando uma série de ações que devem ser adotadas neste
período.
Cuidados nas tempestades
Dentro de casa
• Não tome banho ou use torneira elétrica durante as tempestades
• Evite contato com qualquer objeto que possua estrutura metálica
• Evite ligar aparelhos e motores elétricos para não queimar os equipamentos
• Afaste-se das tomadas e evite usar o telefone
• Desconecte das tomadas os aparelhos eletrônicos
• Desligue os fios de antenas dos aparelhos
• Permaneça dentro de casa até a tempestade terminar
Fora de casa
• Evite contato com cercas de arame, grades, tubos metálicos, linhas
telefônicas e de energia elétrica e qualquer objeto ou estrutura metálica
• Afaste-se de veículos como tratores, motos, bicicletas e carroças, além
máquinas agrícolas
• Mantenha-se afastado de áreas descampadas, pastos, campos de futebol,
piscinas, lagoas, praias e árvores isoladas, postes, mastros e locais elevados
• Permaneça dentro de seu veículo caso o mesmo tenha teto de estrutura
metálica
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