sexta-feira, 9 de novembro de 2007
Raio mata menino de 13 anos em Minas Gerais
[AE/COSTA RICA NEWS – CRN]
Um menino de 13 anos morreu atingido por um raio no Monte das Oliveiras, no município de Alpinópolis, no sul de Minas Gerais. Gustavo Vinícius Vilela Carvalho passeava, no domingo, 8, com a família e chegou a ser socorrido, mas não resistiu aos ferimentos. Segundo informações da GloboNews, outras duas crianças também foram atingidas e tiveram queimaduras nas pernas. Encaminhadas a um hospital da região, elas já receberam alta.
Quase dois mil raios

Chuva deixa três mortos no Paraná
Uma das vítimas caiu em um córrego e, a outra, foi atingida por um raio. Funcionário que fazia manutenção em cinema levou um choque, causado pela chuva.
Do G1, em São Paulo Três pessoas morreram e centenas de casas ficaram alagadas depois da forte chuva que caiu, na noite de quarta-feira (25) e na manhã desta quinta (26), em todo o estado do Paraná. De acordo com a “Gazeta do Povo”, a Defesa Civil ainda está fazendo um levantamento sobre os estragos da chuva no estado. As três mortes aconteceram na noite de quarta _duas em Curitiba e uma em Imbituva, próximo a Ponta Grossa. Segundo informações da PM e do Corpo de Bombeiros de Imbituva, por volta de 19h, José Claudinei de Andrade, de 30 anos, foi atingido por um raio enquanto andava na rua. Em Curitiba, o Corpo de Bombeiros registrou as mortes de Alberto Cabral Chaves, de 43 anos, e Remilton Fae, de 45. Chaves morreu afogado depois de cair em um córrego que atrás de sua casa, no bairro Rebouças. O corpo dele foi encontrado na manhã desta quinta-feira no Rio Belém, atrás da Pontifícia Universidade Católica (PUC). Remilton Fae morreu por volta de 17h enquanto fazia um serviço de manutenção do equipamento de um cinema em um shopping. No momento do choque chovia na capital paranaense. A primeira informação dava conta de que ele teria sido atingido por um raio, mas tanto a polícia quanto os bombeiros afirmam que ele levou um choque, causado pela chuva, e morreu.
Verão teve seg maior incidência de raios em 7 anos
Cleide Carvalho,
O Globo Online SÃO PAULO - O último verão teve a segunda maior incidência de raios na Grande São Paulo. Foram 57.821 descargas atmosféricas entre novembro do ano passado e março passado. A média é de 615 em cada dia de chuva. Só no mês passado, 23.385 raios caíram na área atendida pela concessionária de energia elétrica AES Eletropaulo - 37,6% a mais do que no mês anterior. O levantamento é feito desde 2000 e o recorde de raios registrado no período foi em 2003, quando 71.207 caíram sobre a Região Metropolitana. (leia também: São Paulo tem tempestades cada vez mais fortes) A queda de raios é crescente na capital paulista, por causa das ilhas de calor provocadas pela escassez de verde e excesso de concreto. No último sábado, um raio atingiu um rapaz que estava sob uma árvore na Vila Andrade, no Morumbi. No temporal desta terça, 200 raios caíram apenas na zona sul de São Paulo. Além do risco para a população, as descargas elétricas representam problema para a rede elétrica da cidade, que é aérea. Além de atingir a própria rede, os raios caem sobre árvores, que acabam despencando sobre fios e postes. Entre novembro e fevereiro 15.083 caíram sobre a rede elétrica. Num convênio com a Prefeitura, a Eletropaulo pretende podar ou rebaixar a copa de 150 mil árvores durante o próximo inverno num trabalho preventivo para o próximo período de chuvas. Apenas entre novembro e março, por conta de tempestades, 3 milhões de imóveis sofreram apagão por conta da queda de galhos ou árvores sobre fios e postes. A Prefeitura não tem dado conta de atender aos pedidos de poda e remoção de árvores feitos pela população. Os serviços de jardinagem aparecem em segundo lugar entre os reclamados à Ouvidoria do município. Só em 2006 foram 1.371 queixas de solicitações não atendidas, o que representa 6,74% das reclamações. A rede aérea é um problema para uma cidade do porte de São Paulo, mas enterrar os fios necessita de um investimento de R$ 5 bilhões. A Eletropaulo estuda passar a usar fiação subterrânea apenas nas vias onde o surgimento de prédios exige reformas e ampliação da carga de energia. Uma das que estão próximas a atingir o máximo da atual capacidade instalada é a Avenida Luiz Carlos Berrini, na zona sul. A poda de árvores é um trabalho que o consumidor não deve fazer sozinho. Apenas em janeiro e fevereiro passado sete pessoas tiveram ferimentos por contato com a rede elétrica durante um trabalho de poda. Por sorte, foram queimaduras leves. No ano de 2006 foram sete acidentes, dos quais dois provocaram ferimentos graves na vítima. Em 2005, uma pessoa morreu. A fiação da rede elétrica fica a cerca de 5 metros do chão. Por isso, o ideal é plantar árvores que não atinjam esta altura na fase adulta. As grandes árvores que estão sendo removidas ou podadas na capital paulista são antigas e foram plantadas numa época em que os problemas da cidade não eram tão acentuados. Veja os cuidados a serem tomados com as quedas de fios - Cuidado: mesmo que falte luz nas casas próximas, não significa que o cabo caído esteja desenergizado. - Não toque, nem se aproxime dos fios caídos e das pessoas ou objetos em contato com a origem energizada. Siga as mesmas determinações com as cercas metálicas, portões de ferrou ou varais de roupa; - Não tente ajudar uma vítima sem estar preparado: o choque pode passar para você; - Peça aos outros que se afastem; - Se um carro estiver em contato com os fios, não se aproxime, nem toque no carro ou no fio; - Se você estiver no carro, permaneça dentro e espere por ajuda; - Peça para que os outros fiquem distantes; - Se você tiver que sair: 1. Salte sem tocar o veículo e o chão ao mesmo tempo; 2. Mantenha unidas suas pernas e arraste os pés dando passos mínimos (não tire os pés do chão).
Cascavel é n. 142 em incidência de raios
O município de Iracema do Oeste aparece em 1º lugar na lista estadual e em 66º na lista nacional.
Santa Terezinha do Itaipu ficou com a segunda colocação estadual e em 72º na classificação geral. Foz do Iguaçu aparece em 4º lugar na lista do Estado e em 89º na lista nacional.
Em terceiro lugar ficou o município de São Carlos do Ivaí, que na lista nacional aparece em 79º, e, na 5ª colocação aparece Ubiratã, 111º colocado na lista geral.
O Ranking de Incidência de Descargas Atmosféricas por Município no Brasil, mostra o município de Cascavel em 622º na classificação geral e na classificação estadual, o município está em 142º. Os maiores prejuízos causados pela incidência de raios são no setor elétrico e, em média, cem pessoas morrem por ano atingidas por raios. Para conferir a lista completa de cidades que aparecem no Ranking de Incidência de Descargas Atmosféricas por Município no Brasil
Céu carregado
Por Thiago Romero
São Caetano do Sul é, pela segunda vez consecutiva, o município com maior densidade de raios no país. De acordo com dados do Ranking de Incidência de Descargas Atmosféricas por Município no Brasil, feito pelo Grupo de Eletricidade Atmosférica do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Elat/Inpe), caem cerca de 12 raios por quilômetro quadrado por ano no município paulista.
Unistalda e Itacurubi, ambos no Rio Grande do Sul, aparecem logo em seguida, com 11 e 9 raios por quilômetro quadrado por ano, respectivamente. O primeiro ranking foi divulgado em 2005, apenas para a região Sudeste. A principal novidade do novo levantamento é a expansão da área de cobertura, que mapeou de forma detalhada a ocorrência de raios em toda a região Sul, além de Mato Grosso do Sul e Goiás.
“As informações sobre o Sudeste foram confirmadas. De maneira geral, a região com maior incidência de raios permaneceu sendo a grande São Paulo, com focos crescentes em cidades do sul do Rio de Janeiro e sul de Minas Gerais”, disse Osmar Pinto Júnior, coordenador do Elat, à Agência FAPESP. “O fato de São Caetano do Sul ser bicampeão em incidência de raios mostra a consistência da metodologia utilizada.”
Comparado ao ranking de 2005, que tinha as dez primeiras colocações ocupadas por cidades da Grande São Paulo, o novo ranking conta com diversos municípios do oeste do Rio Grande do Sul entre as primeiras colocações. Fazem parte do ranking atual, que está disponível pela internet, 3.183 municípios.
Para chegar aos resultados, os técnicos do Elat dividiram o número total de raios incidentes em um determinado período de tempo pela área do município. A medição foi feita do início de 2005 a meados de 2006. “Com essa fração, conseguimos informações precisas sobre a densidade de raios em cada cidade, que podem subsidiar projetos de proteção para minimizar eventuais prejuízos”, explica Pinto Júnior.
Entre as medidas de proteção que podem ser aplicadas estão a instalação de mais pára-raios industriais e residenciais e o melhor dimensionamento das linhas de transmissão de energia elétrica.
Causas distintas
Segundo o coordenador do Grupo de Eletricidade Atmosférica do Inpe, a elevada incidência de raios no Rio Grande do Sul é explicada de maneira completamente distinta do que ocorre na Grande São Paulo.
No Rio Grande do Sul, em linhas gerais, a principal causa é a proximidade de cidades como Unistalda e Itacurubi do Paraguai e do norte da Argentina. “A localização desses municípios nessa região do continente, onde as tempestades são mais freqüentes e duram mais tempo, explica a maior incidência de queda de raios”, explicou Pinto Júnior.
Na Grande São Paulo, o maior vilão é o processo de urbanização. A grande quantidade de áreas asfaltadas responsáveis pelo maior aquecimento do solo, os prédios que dificultam a circulação do ar e a poluição dos carros que injetam ar quente e poluído na atmosfera são fatores que geram as “ilhas de calor”, que fazem com que a região se torne mais quente do que se não houvesse a urbanização. “Esse aumento da temperatura média na Grande São Paulo, que chega a ser até 5ºC maior do que em áreas localizadas próximas à cidade, faz com que o ar quente fique mais leve e suscetível a ser jogado para cima para formar tempestades”, disse.
O raio é resultado de tempestades que, por sua vez, são causadas por massas de ar úmidas e quentes que atingem grandes altitudes na atmosfera. Ao serem jogadas para cima e encontrar temperaturas mais baixas, essas massas de ar quente se transformam em gotículas de água e, posteriormente, em partículas de gelo. No interior das nuvens, o atrito das partículas de gelo faz com que as nuvens se carreguem eletricamente até dar origem ao raio.
Pinto Júnior destaca outro aspecto importante: os ventos úmidos que sopram do oceano Atlântico, na Baixada Santista, em direção à Grande São Paulo. Essas massas de ar batem nas montanhas da serra e chegam à capital do Estado. Ao encontrar as massas de ar quente originadas nas ilhas de calor, o ar úmido e ascendente resulta na combinação perfeita para a formação de grandes tempestades.
Vítimas e prejuízos
Osmar Pinto Júnior explica que os prejuízos causados pela incidência de descargas atmosféricas no país giram em torno de R$ 1 bilhão anuais, sendo R$ 600 milhões no setor elétrico. Em média, cem pessoas morrem por ano após serem atingidas por raios. “O Estado de São Paulo responde por cerca de 40% desses óbitos. Das 18 pessoas que morreram em 2007 no país, oito foram no Estado”, disse. Segundo o pesquisador, o número de pessoas que sobrevive é muito elevado. “Se cem indivíduos morrem todos os anos, a maioria por parada cardíaco-respiratória, pelo menos 500 foram atingidos.” Aproximadamente 60 milhões de raios caem por ano no Brasil. Uma nova edição do ranking deverá ser divulgada em 2009, com dados de outras cidades do Centro-Oeste e de alguns estados do Norte e Nordeste. “Nossa meta é disponibilizar, a cada dois anos, informações precisas sobre todas as regiões brasileiras para que possam ser feitos estudos comparativos levando em conta a variabilidade natural dos raios”, disse Pinto Júnior. Segundo o pesquisador, raios também são sensores naturais para a medição do aquecimento global. “É um fenômeno extremamente sensível às variações de temperatura. Com o acompanhamento de sua evolução, pode ser usado como indicador dos possíveis aumentos de temperatura na Terra, servindo como parâmetro para estudos sobre os impactos das mudanças climáticas no Brasil”, afirmou. Os dados do ranking são provenientes da Rede Brasileira de Detecção de Descargas Atmosféricas (BrasilDAT), que abrange os sensores da Rede Integrada Nacional de Detecção de Descargas Atmosféricas (Rindat), do Sistema de Informações Integradas baseado no Sistema de Detecção de Descargas Atmosféricas (Siddem) e da Rede de Detecção de Descargas do Sistema de Proteção da Amazônia (Sipam).
Ranking de Incidência de Descargas Atmosféricas: www.inpe.br/ranking
TRT nega indenização
TRT nega indenização à família de vaqueiro morto por raio em Jaciara
Redação 24HorasNews
Raio deixa nove feridos no interior
Fonte: Gazeta do Sul
Raio danificou torre de retransmissão
Raio danificou torre de retransmissão em Salto do Lontra Em função de um raio na semana passada, vários equipamentos da torre de retransmissão dos sinais de televisão para Salto do Lontra foram danificados. A Administração Municipal comunica que os equipamentos estão sendo concertados, devendo demorar já que as peças foram encomendadas em São Paulo. Portanto a administração informa que está funcionando na cidade somente o Canal de transmissão da Globo, mas com um equipamento provisório de baixa potência, o que dificulta a sintonia nos televisores. Quando todos os equipamentos forem concertados todos os canais voltarão a ser sintonizados com qualidade na cidade.
Fonte: Radio Independência
População está temerosa com raios
A população está preocupada com a incidência de raios na região.
Chove pouco, mas nas vezes em as precipitações tem sido maiores, têm caído raios. Dessa vez, não é somente na zona rural, mas também no Centro da Cidade. Em menos de dois meses, foram três raios caídos a poucos metros dos moradores locais. Mesmo com um quadro pouco alentador de chuvas, a população, principalmente das periferias desprovidas de pára-raios, amarga o medo daqueles “flashes” luminosos seguidos dos estrondosos trovões. A dona-de-casa Maria Augusta, na localidade de Sítio Ilha, já cortou o coqueiro que tinha no quintal de casa, “porque as árvores atraem os raios”, afirmou a senhora. Pudera, no dia primeiro de março, um raio caiu no exato coqueiro no quintal de sua casa. Ela conta que houve princípio de incêndio. “O barulho foi muito grande. Pensei que tinha caído em cima da casa”, contou, na época. Ninguém saiu ferido, mas seu aparelho de DVD e a TV da vizinha foram queimados. E um motor de puxar água sofreu danos estruturais com o calor gerado pela descarga elétrica. No mês passado, mais um raio caiu no meio do mato, novamente na localidade de Sítio Ilha, e outro foi “barrado” no pára-raios da torre de transmissão da Rádio Vale do Jaguaribe, no Bairro de Fátima. Ficou o prejuízo para a rádio, que passou horas fora do ar devido a danos nos equipamentos. “E não precisa nem chover grosso não, a gente fica dentro de casa, coloca os chinelos e reza pra cair bem longe da cabeça de alguém”, conta Maria Aldeci, moradora do Sítio Ilha, bairro que não tem pára-raios. Especialistas esclarecem que é mais comum a queda de raios na zona rural, daí a necessidade da instalação, pelos municípios, de equipamentos pára-raios. As cercas convencionais de arame liso ou farpado, comum nos currais, tendem a atrair raios e é comum que animais que se encontram a até três ou quatro metros de distancia morram devido à descarga elétrica. Isso pode ocorrer, principalmente, em regiões descampadas, em que uma árvore isolada, animais e pessoas podem funcionar como pára-raios, sendo diretamente atingidos por um raio. Árvores altas, como o eucalipto, são potencialmente mais sujeitas à descarga durante uma tempestade. Por isso, é sempre muito perigoso abrigar-se ou ficar próximo de uma árvore nesta situação. Nas tempestades, deve-se também estar afastado de objetos pontiagudos, como vara de pesca, enxada etc. No Brasil, são registrados até 100 milhões de raios anualmente, conforme o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), gerando um prejuízo financeiro de, aproximadamente, R$ 200 milhões, tanto para o poder público como para a iniciativa particular. Os raios são descargas elétricas que ocorrem na atmosfera. Sua ação no ambiente pode ser desvastadora, caso não haja proteções de pára-raios.
Raio mata sete crianças
23/05/2007 22:25:30 - Portal G1
Um raio matou na tarde desta quarta-feira sete crianças e feriu 30 em uma escola primária de Xingye, em uma região montanhosa do sudoeste da China, informou hoje a agência oficial "Xinhua". As sete crianças mortas tinham idades entre 10 e 14 anos, segundo funcionários do distrito, acrescentando que quatro dos feridos estão em estado grave. O distrito de Kaixian foi palco de numerosas tragédias nos últimos anos, sendo que a mais grave aconteceu em dezembro de 2003, quando uma explosão em uma jazida de gás natural matou 233 pessoas.
Raio dentro de casa


Celular para raios
A finlandesa Nokia estuda instalar em seus aparelhos um sistema para a detecção da proximidade de raios Os celulares atuais têm uma série de funções úteis, mas a Nokia estuda uma que pode chegar a salvar vidas – a detecção de raios. Um raio é uma corrente elétrica que emite ondas de rádio, com freqüências entre 10 hertz e 5 gigahertz. A distribuição desses sinais indica a proximidade da descarga elétrica. As antenas presentes em um telefone, para serviços como Bluetooth, rádio, o sinal GSM e redes Wi-Fi podem ser sintonizadas para captar os sinais emitidos por um raio, diz a Nokia. Um programa interpretaria o que foi recebido, calcularia a distancia e emitiria um alerta caso as descargas se aproximassem demais.
Fonte: New Scientist
Raio mata trabalhador rural em Maria Helena
O trabalhador rural de Maria Helena, Eduardo José Gomes da Silva, 16, morreu no final da tarde de ontem vítima de uma descarga elétrica provocada por um relâmpago. Amigos do adolescente tentaram socorrê-lo, mas ele morreu antes de dar entrada ao hospital da cidade. Silva morava com os avós e trabalhava na lavoura de mandioca para complementar a renda da família. Eles estavam em uma propriedade rural do Bairro São José. Testemunhas disseram que Silva e seus amigos se preparavam para ir embora quando ocorreu o acidente. "Nós estávamos na caminhonete. Prontos para voltar pra casa quando ele percebeu que havia esquecido o facão. Retornou para pegá-lo e neste mesmo momento o raio atingiu o facão. Escutamos um barulho, ensurdecedor, e quando vimos ele estava caído. Ainda respirava, mas não conseguiu sobreviver até o hospital", contou em de seus amigos. Maria da Graça, enfermeira do hospital de Maria Helena, contou que não havia sinais de queimaduras no corpo do adolescente. No entanto, suas roupas estavam todas rasgadas. Um dos amigos estava próximo de Silva quando ele foi atingido. Sem se identificar, ele contou que ficou atordoado com a explosão. "Não sabia o que fazer. Só depois vi que o Eduardo tinha sido atingido", lamentou.
Raio atinge comerciário na porta de loja no Centro
SÃO LUÍS
Um funcionário da loja Brasil Center – Tecidos e Eletrodomésticos, identificado apenas por Nilson, de aproximadamente 19 anos, teve os ouvidos estourados após a queda de um raio, ontem, por volta das 13h, quando caía uma forte chuva sobre a cidade. Além de destruir uma pequena parte da estrutura do prédio, localizado na rua da Paz, a descarga elétrica danificou vários aparelhos da loja e atingiu outras pessoas que estavam próximas ao local na hora do incidente. Segundo o vendedor de quebra-queixo Francisco França de Oliveira, conhecido com “Baixinho”, que trabalha ao lado da loja, por pouco ele não seria atingido pelo raio. “Eu estava perto da porta da loja, quando o raio caiu. Nunca tinha visto uma coisa assim. A força foi tão grande, que fiquei com o lado esquerdo do corpo todo adormecido”, contou. De acordo com testemunhas, o rapaz saiu da loja sangrando, com pedaços de pano nos ouvidos e foi levado ao hospital Djalma Marques – Socorrão I. Os funcionários do ponto comercial não quiseram entrar em detalhes e fecharam as portas, informando que só retomariam o trabalho hoje.
O Estado do Maranhão
Como surgem os relâmpagos?
Quarta, 18 de abril de 2007, 09h52
Um relâmpago é uma corrente elétrica muito intensa que ocorre na atmosfera. Ele é conseqüência do movimento de elétrons de um lugar para outro. Os elétrons se movem tão rapidamente que fazem o ar ao seu redor se iluminar, resultando em um clarão, e se aquecer, provocando o som do trovão. Segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), o relâmpago tem normalmente "duração de meio segundo e trajetória com comprimento de 5 km a 10 km." Em termos gerais, existem dois tipos de relâmpagos: relâmpagos na nuvem (cerca de 70% do total) e relâmpagos no solo, que podem ser do tipo nuvem-solo ou solo-nuvem. Mais de 99 % dos relâmpagos no solo são relâmpagos nuvem-solo. De acordo com o Inpe, a afirmação de que espelhos atraem raios não passa de um mito. O instituto também afirma que um relâmpago pode cair mais de uma vez no mesmo lugar. Outra curiosidade: em média, aviões comerciais são atingidos por relâmpagos uma vez por ano, em geral, durante procedimento de aterrissagem ou decolagem, em alturas inferiores a cerca de 5 km. "Como conseqüência, a fuselagem do avião sofre avarias superficiais", informou o Inpe.
Redação Terra
INPE registra recorde de velocidade de um raio

Raio mata cinco trabalhadores e fere três
Cinco trabalhadores morreram e três foram feridos por causa de um raio que caiu sobre sua casa na província de Cantão, no sul da China, informou hoje a agência estatal "Xinhua". Os oito trabalhadores, imigrantes da província de Yunnan, viviam numa favela de uma zona industrial da cidade de Luoding, onde um raio caiu sobre a sua casa. Cinco ficaram inconscientes após o impacto e morreram pouco depois. Os três feridos estão internados num hospital local, mas não correm risco de vida, segundo a "Xinhua".
Queda de raio causa incêndio no prédio da Semtur
O incêndio só não ganhou proporção maior, por que os vigias e moradores do bairro, quando viram a fumaça e as chamar, acionaram a o Corpo de Bombeiros.
Ainda nesta madrugada, um outro raio caiu no Centro Educacional Reino Infantil, no bairro Renascença. Um muro do colégio caiu devido ao impacto do raio.
Nos dois casos registrados hoje não houve feridos.
Imirante.com e Rádio Mirante AM
Homem sobrevive após ser atingido
Portal Terra WASHINGTON - Um americano foi atingido por um raio pela segunda vez em sua vida e sobreviveu apesar de sofrer tremores e ter dois buracos abertos nas calças por queimaduras. Don Frick, 68 anos, foi atingido pela primeira vez por um raio há 27 anos. Ele estava em um festival a céu aberto, em Hamlin, Pensilvânia, quando começou uma tempestade e ele se refugiou em um abrigo com outras seis pessoas. O raio atingiou o chão e enviou carga elétrica até Frick. - Me jogou contra uma parede - contou ele. - Quando eu me dei conta da situação e percebi que estava vivo, pensei: tenho muita sorte - disse ele à TV Sky News. Nenhuma das outras pessoas que estavam junto com ele tiveram ferimentos graves. No segundo episódio com raio, Frick estava dirigindo um trailer quando a antena foi atingida por um raio, deixando-o com ferimentos no lado esquerdo por semanas.
30/07/2007
Raio atinge casa e mata mulher no Paraná
GUARAPUAVA - Um raio atingiu uma casa em Guarapuava, no Paraná, no domingo. Havia três pessoas de uma mesma família no imóvel - Eva Gonçalves Damião Pinto, de 42 anos, morreu. Conforme a Rede Globo, ela estava perto do fogão à lenha e a descarga elétrica ocorreu pela chaminé da casa. A chuva provocou destelhamentos e queda de árvore em várias cidades do Estado.
Fonte: Jornal O Tempo
Raio matou 50 pessoas
2007/07/21 23:12
Um raio atingiu uma pequena vila do Paquistão e destruiu sete casas.
Um raio matou, pelo menos, 50 pessoas, avança o site brasileiro Estadão que cita a agência Reuters. Cerca de 35 corpos já foram resgatados pelas autoridades, que estão surpreendidas com o final dramático da intempérie. No entanto, este tipo de fenómeno é comum no Paquistão, durante a época das monções. Uma pequena vila, no distrito de Dirbala, foi atingida esta sexta-feira pelo raio que destruiu, com a sua força, sete casas deixando outras tantas muito danificadas. Ainda de acordo com a mesma notícia, há duas semanas, o governo paquistanês pediu apoio à comunidade internacional para ajudar um milhão de pessoas desalojadas pelas inundações.
Fonte: Portugal Diário
Raio fere jovem que jogava videogame
Rapaz tinha um joystick na mão e outro na boca. Jovem sofreu uma descarga elétrica em casa. Ele foi levado a um hospital e passa bem.
Um rapaz de 18 anos teve queimaduras na boca e dedos das mãos ao receber a descarga elétrica de um raio enquanto manipulava um videogame em casa, no Jardim Campos Elíseos, em Campinas, a 95 km de São Paulo, na tarde desta terça-feira (24). Uma vizinha que tentou socorrê-lo também sofreu um choque, mas sem gravidade. No momento da descarga elétrica, Aguinaldo César Alves manipulava o brinquedo eletrônico. Ele segurava um joystick na mão e outro na boca. O rapaz foi levado para o pronto-socorro do Hospital Ouro Verde, onde está em observação. Apesar de internado, ele não corre risco de morte. As primeiras informações eram de que ele estava jogando videogame. Mais tarde, no entanto, o hospital afirmou que o jovem consertava o equipamento. O imóvel ficou com um buraco na parede e passou por vistoria da Defesa Civil. Segundo os técnicos, a estrutura não foi abalada.